Jogos: prejudiciais ou não?
- 9 de set. de 2017
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Há alguns anos, houve uma onda de estudos focados nos impactos negativos e prejudiciais que os jogos/vídeo-games podem causar às crianças. Esses estudos, focavam na violência dos jogos e nos comportamentos agressivos das crianças. No entanto, além de atualmente encontrar-se evidências de que alguns jogos podem ser úteis para a aprendizagem se usados de maneira adequada e de apresentarem outros aspectos positivos, atualmente, os jogos não se restringem apenas a diversão das crianças. Adultos entram nessa onda e os jogos tomam a cena. Fora as crianças, grande parte do público de jogadores possui de 18 a 25 anos. Esses, relatam principalmente os benefícios cognitivos de atenção, memória, concentração, raciocínio, rapidez e estratégia de pensamento. Ao jogar, esses relatam serem motivados por competição e divertimento. Além disso, estudos indicam a ativação de competências visuais, espaciais e de memória. Como também, o desenvolvimento da interação social, já que os jogadores partilham estratégias de atuação e alguns jogos permitem possibilidades de jogos em grupo. É preciso lembrar que tudo possui pontos positivos e negativos e deve ser considerado o uso equilibrado. Todo excesso é prejudicial.









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